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BIOMA CAATINGA - AB11

 

Curso: Técnico em Agropecuária Integrado ao Ensino Médio

Disciplina: Geografia

Professora: Maria Olandina Machado

Turma: AB11

 

CAATINGA

Filipe Simas¹; Gabriel Vicente²; Lucio Lopes³; Patrick Frontino4, Vinicius Minela5, Welliton Pontes6.

 

 

 

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- Introdução:

         Este trabalho tem como objetivo identificar as características do bioma Caatinga que é exclusividade do nordeste do Brasil, pois em nenhum outro lugar do planeta este bioma é encontrado.Avaliar a importância de sua preservação e a preservação de suas espécies animais e vegetais, já que a maioria destas espécies são endêmicas, ou seja, são espécies que se desenvolvem em uma região restrita, neste caso a Caatinga. Este trabalho irá descrever, sobre flora, fauna, vegetação, solo, relevo, clima, hidrografia, problemas enfrentados, riscos e aspectos culturais.

(Parte realizada pelo aluno: Welliton Bruno Pontes).

 

- Caatinga:

        Caatinga é um dos biomas que compõem a biodiversidade dos ecossistemas brasileiros. Ocupando cerca de 9,92% do território nacional a caatinga é exclusividade do nordeste do Brasil, pois em nenhum outro lugar do planeta este bioma é encontrado, sendo também o único bioma que é exclusivamente brasileiro. Sua biodiversidade também é única no mundo e sua vegetação diversificada inclui pelo menos 932 espécies, sendo 380 endêmicas, ou seja, exclusivas da Caatinga. Possui extensão territorial de aproximadamente 844.453 km2. O termo Caatinga é originário do tupi-guarani e significa “mata branca”, este nome decorre da paisagem esbranquiçada apresentada pela vegetação durante o período seco: a maioria das plantas perde as folhas e os troncos tornam-se esbranquiçados e secos. Está presente nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí (região Nordeste do Brasil) e norte de Minas Gerais (Sudeste).

(Parte realizada pelo aluno: Lúcio Lopes de Vargas Junior).

 

- Flora:

       A vegetação da caatinga é adaptada às condições de aridez (xerófila). Foram registradas até o momento cerca de 1000 espécies, estimando-se que haja um total de 2000 a 3000 plantas. Apresenta vegetação típica de regiões semi-áridascom perda de folhagem pela vegetação durante a estação seca. Anteriormente acreditava-se que a caatinga seria o resultado da degradação de formações vegetais mais exuberantes, como a Mata Atlânticaou a Floresta Amazônica. Essa crença sempre levou à falsa ideia de que o bioma seria homogêneo, com biotapobre em espécies e em endemismos, estando pouco alterado ou ameaçado, desde o início da colonização do Brasil, tratamento este que tem permitido a degradação do meio ambiente e a extinção em âmbito local de várias espécies, principalmente de grandes mamíferos, cujo registro em muitos casos restringe-se atualmente à associação com a denominação das localidades onde existiram.

         Entretanto, estudos e compilações de dados mais recentes apontam a caatinga como rica em biodiversidadee endemismos, e bastante heterogênea. Muitas áreas que eram consideradas como primárias são, na verdade, o produto de interação entre o homem nordestino e o seu ambiente, fruto de uma exploração que se estende desde o século XVI.

(Parte realizada pelo aluno: Lúcio Lopes de Vargas Junior).

 

- Fauna:

          Já foram identificadas, 17 espécies de anfíbios, 44 de répteis, 348de aves, quinze são endêmicas e 20 encontram-se ameaçadas de extinçãoe 148de mamíferos, das quais dez são endêmicas (grupos taxonômicos que se desenvolveram numa região restrita). Em razão da semi-aridez e do predomínio de rios temporários, era de se esperar que a biota aquática da Caatinga fosse pouco diversificada. Mas já foram identificadas pelo menos 185 espécies de peixes, distribuídas em mais de cem gêneros. A maioria delas (57,3%) é endêmica. Num total de 742 espécies de animais vertebrados, pouco se conhecendo em relação aos invertebrados.

      Descrições de novas espécies vêm sendo registradas, indicando um conhecimento botânico e zoológico bastante precário deste ecossistema, que segundo os pesquisadores é considerado o menos conhecido e estudado dos ecossistemas brasileiros.

           Na Caatinga vive a ararinha-azul, ameaçada de extinção. O último exemplar da espécie vivendo na natureza não foi mais visto desde o final de 2000. Outros animais da região são o sapo-cururu, asa-branca, cutia, gambá, preá, veado-catingueiro, tatu-pebae o sagui-de-tufos-brancos, entre outros.

(Parte realizada pelo aluno: Lúcio Lopes de Vargas Junior).

 

 

 

- Vegetação:

            As plantas da caatinga são xerófilas, ou seja, adaptadas ao clima seco e a pouca quantidade de água. Algumas armazenam água, outras possuem raízes superficiais para captar o máximo de água da chuva. E há as que contam com recursos pra diminuir a transpiração, como espinhos e poucas folhas.

            A vegetação é formada por três estratos:

           - O arbóreo, com árvores de 8 a 12 metros de altura;

           - O arbustivo, com vegetação de 2 a 5 metros;

           - O herbáceo, abaixo de 2 metros.

            Entre as espécies mais comuns estão à amburana, o umbuzeiro e o mandacaru. Algumas dessas plantas podem produzir cera, fibra, óleo vegetal e, principalmente, frutas.

(Parte realizada pelo aluno: Patrick Emanuel Frontino).

 

- Solo e Relevo:

       Geologicamente, a região é composta de vários tipos diferentes de rochas. Nas áreas de planície as rochas se encontram cobertas por uma camada de solo bastante profunda, com afloramentos rochosos ocasionais, principalmente nas áreas mais altas que bordejam a Serra do Tombador. Tais solos (latossolos) são solos argilosos (embora a camada superficial possa ser arenosa ou às vezes pedregosa) e minerais, com boa porosidade e rico em nutrientes.

         A região planáltica é composta de arenito. Os solos gerados a partir da decomposição do arenito são extremamente pobres em nutrientes e altamente ácidos, formando depósitos arenosos ou pedregosos rasos, que se tornam mais profundos onde a topografia permite; afloramentos rochosos são uma característica comum das áreas mais altas. Estes afloramentos rochosos e os solos pouco profundos formam as condições ideais para os cactos, e muitas espécies crescem nas pedras, em fissuras ou depressões da rocha onde a acumulação de areia, pedregulhos e outros detritos, juntamente com o húmus gerado pela decomposição de restos vegetais, sustenta o sistema radicular destas suculentas.

      A Serra do Tombador possui um relevo montanhoso que se destaca das regiões mais baixas que o circundam - sua altitude fica em geral acima de 800 metros, alcançando aproximadamente 1000 m nos pontos de maior altitude, enquanto que a altitude nas planícies ao redor variam de 400 a 600 m, embora sofram um ligeiro aumento nas bordas do planalto.

         O planalto age como uma barreira às nuvens carregadas de umidade provenientes do Oceano Atlântico que, ao subirem a medida em que se encontram com a barreira em que o planalto se constitui, se condensam e fornecem umidade na forma de neblina, orvalho e chuvas, mesmo no pico da estação seca. Isto resulta em um clima moderado e úmido que difere enormemente do clima das regiões mais baixas. Porém, o lado ocidental do planalto é mais seco, com condições comparáveis às encontradas nas áreas de planície, porque a altitude das montanhas desviam as nuvens de chuva que vêm do Atlântico.

        A precipitação no planalto normalmente excede os 800 mm anuais, com picos de até 1.200 mm em determinados locais, enquanto que a média de precipitação nas áreas de planície fica em torno de 400 a 700 mm. A precipitação é frequentemente bimodal nas regiões mais altas, com um máximo de chuvas no período de novembro a janeiro, e um segundo período chuvoso, menor, no período de março a abril.

       A altitude elevada do relevo da Serra do Tombador conduz a um clima mesotérmico em que a média mensal da temperatura, pelo menos durante alguns meses, permanece abaixo dos 18°C. Os meses mais frios ocorrem no período do inverno (de maio a setembro, que coincide com a estação seca), quando o sol está em seu ponto mais baixo. As médias mensais de temperaturas do período mais quente do ano normalmente não excedem 22°C, sendo que os meses mais quentes do ano ocorrem entre outubro, um pouco antes do início da estação chuvosa, e fevereiro, quando as chuvas estão começando a se tornar raras.

         O sertão nordestino é uma das regiões semiáridas mais povoadas do mundo. A diferença entre a Caatinga e áreas com as mesmas características em outros países é que as populações se concentram onde existe água, promovendo um controle rigoroso da natalidade. No Brasil, entretanto, o homem está presente em toda a parte, tentando garantir a sua sobrevivência na luta contra o clima. A caatinga é coberta por solos relativamente férteis. Embora não tenha potencial madeireiro, exceto pela extração secular de lenha, a região é rica em recursos genéticos, dada a sua alta biodiversidade.

        Os grandes açudes atraíram fazendas de criação de gado. Em regiões como o Vale do São Francisco, a irrigação foi incentivada sem o uso de técnica apropriada e o resultado tem sido desastroso. A salinização do solo é, hoje, uma realidade. Especialmente na região onde os solos são rasos e a evaporação da água ocorre rapidamente devido ao calor, a agricultura tornou-se impraticável.

          Outro problema é a contaminação das águas por agrotóxicos. Depois de aplicado nas lavouras, o agrotóxico escorre das folhas para o solo, levado pela irrigação, e daí para as represas, matando os peixes. Nos últimos 15 anos, 40 mil km2 de Caatinga se transformaram em deserto devido à interferência do homem sobre o meio ambiente da região. As siderúrgicas e olarias também são responsáveis por este processo, devido ao corte da vegetação nativa para produção de lenha e carvão vegetal.

 (Parte realizada pelo aluno: Gabriel Vicente dos Santos).

 

- Clima:

                Localizada em área de clima semi-árido, apresenta temperaturas médias anuais que oscilam entre 25ºC e 29ºC. Enquanto que as médias mensais de temperatura variam pouco na região, sendo mais afetadas pela altitude que por variações em insolação, as variações diárias de temperatura e umidade são bastante pronunciadas, tanto nas áreas de planície como nas regiões mais altas do planalto. No planalto, os afloramentos rochosos mais expostos, sujeitos à ação dos ventos e outros fatores, podem experimentar temperaturas muito baixas e próximas ou abaixo de zero grau durante as noites mais frias do ano, enquanto que a temperatura pode ser bastante elevada durante os dias quentes e ensolarados do verão. Esta grande variação local de temperatura e umidade durante o dia influencia bastante a vegetação destas áreas, e é um forte fator a determinar sua composição.

               As variações em temperatura são muito menos extremas durante a estação chuvosa, e também durante certos períodos quando a neblina se forma, especialmente à noite nas áreas de maior altitude, durante a estação seca. Não é incomum se observar pesadas formações de nuvens ou neblina nas regiões mais altas no início da manhã, durante a estação seca, o que resulta em menos de cinco horas de insolação por dia no planalto, enquanto que as áreas de planície circunvizinhas possuem uma taxa mais alta de insolação diária, sete horas ou mais.

              Ao amanhecer, pode-se observar a presença de orvalho em abundância cobrindo o solo, as rochas e a vegetação nos locais mais altos. Isto fornece certa umidade ao solo mesmo durante a estação seca, e contribui para a manutenção da vegetação da área.

              As áreas de planície estão sujeitas a um período de seca muito mais longo e severo que as áreas planálticas mais elevadas, período que normalmente dura sete meses, mas que às vezes pode chegar a até doze meses em um ano. Não só a taxa de precipitação anual é mais baixa, como também as temperaturas são em geral mais altas. Estas áreas têm clima semi-árido tropical, com temperaturas médias mensais ficando acima de 22°C. Quando chove, no início do ano, a paisagem muda muito rapidamente. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas. A fauna volta a engordar.

(Parte realizada pelo aluno: Vinicius Medeiros Minela).

 

- Hidrografia:

             Através de caminhos diversos, os rios regionais saem das bordas das chapadas, percorrem extensas depressões entre os planaltos quentes e secos e acabam chegando ao mar, ou engrossando as águas do São Francisco e do Parnaíba (rios que cruzam a Caatinga). Das cabeceiras até as proximidades do mar, os rios com nascentes na região permanecem secos por cinco ou sete meses no ano. Apenas o canal principal do São Francisco mantém seu fluxo através dos sertões, com águas trazidas de outras regiões climáticas e hídricas.

(Parte realizada pelo aluno: Vinicius Medeiros Minela).

 

- Problemas e Riscos:

           A ação do homem já alterou 80% da cobertura original da caatinga, que atualmente tem menos de 1% de sua área protegida em 36 unidades de conservação, que não permitem a exploração de recursos naturais. A Caatinga é uma das regiões semi-áridas mais populosas do mundo. O sistema vem sofrendo historicamente drásticas modificações devido às ações humanas. Foi realizado um estudo pelo Banco Mundial e a WWF, define prioridades para a conservação da biodiversidade, as quais são estabelecidas em seis níveis por ordem de relevância, assim estipulados: Prioridades I, I, II, III, IV e V. O ecossistema caatinga está classificado no nível Iª. Esta alta prioridade é alcançada quando se considera que além da situação de vulnerabilidade do ecossistema, deva ser acrescentada a sua representatividade para a biorregião.

           Com efeito, "os domínios de caatinga" estão presentes em quase todo o Nordeste brasileiro, ou ainda, mais precisamente, na área denominada de Polígono das Secas, que inclui parte do norte do estado de Minas Gerais. A essa representatividade, somam-se os aspectos físicos e as formas de exploração econômica do ecossistema, resultando daí a sua vulnerabilidade.

         Realmente, a forma de exploração adotada através dos tempos contribuiu fortemente para que o Nordeste se tornasse, hoje, a área mais vulnerável do país à incidência da degradação ambiental: meio ambiente frágil, fundamentado em grande parte sobre um embasamento cristalino, com solos rasos, com amplas zonas tropicais semi-áridas e forte pressão  demográfica. 

       Além disso, a questão econômico-social da grande parcela da população nordestina, residente no semi-árido de dominação da caatinga é, sem dúvida, a causa principal de degradação do ecossistema. O uso dos recursos da flora e da fauna pelas necessidades do homem nordestino é uma constante, já que ele não encontra formas alternativas para o seu sustento.

           A lenha e o carvão vegetal, juntos, são a segunda fonte de energia na região, perdendo somente para a eletricidade. Em 1992, a lenha e a estaca destacaram-se como os principais produtos de origem florestal. No Ceará 91% das Unidades de Produção Rural (UPR) extraíram lenha, enquanto 46% produziram estacas.

         Por outro lado, o desmatamento e a caça de subsistência são os principais responsáveis pela extinção da maioria dos animais de médio e grande porte nativos do semi-árido. O hábito de consumir animais da fauna autóctone (nativo) é antigo, vindo desde antes da colonização e, ainda hoje, é grande a importância social da fauna nativa nordestina. As principais fontes de proteína animal das populações sertanejas continuam sendo a caça e a pesca predatória. Durante as grandes secas periódicas, quando as safras agrícolas são frustradas e os animais domésticos dizimados pela fome e pela sede, a caça desempenha importante papel social na região, por fornecer carne de alto valor biológico às famílias famintas do sertão.

           Como consequência desta degradação, algumas espécies já figuram na lista das espécies ameaçadas de extinção do IBAMA. Outras, como a aroeira e o umbuzeiro, já se encontram protegidas pela legislação florestal de serem usadas como fonte de energia, a fim de evitar a sua extinção. Quanto à fauna, os felinos (onças e gatos selvagens), os herbívoros de porte médio (veado-catingueiro e capivara), as aves (ararinha azul, avoante) e abelhas nativas figuram entre os mais atingidos pela caça predatória e destruição do seu habitat natural.

         Mesmo com todas essas ameaças, o percentual de áreas protegidas e/ou sob forma de unidades de conservação é insignificante. Embora ocupe 9,92% do território nacional, apenas 0,45% desta ecorregião encontra-se em unidades de conservação, a maioria destas protegendo habitats de transição entre caatinga e outros sistemas, como o cerrado e a mata atlântica.

(Parte realizada pelo aluno: Filipe Simas).

 

- Aspectos Culturais:

         A cultura da região da caatinga é bastante diversificada, uma vez que foi influenciada por indígenas, africanos e europeus. Os costumes e tradições muitas vezes variam de estado para estado.

        A literatura nordestina tem dado contribuições para o cenário literário brasileiro, destacando-se nomes como Jorge Amado, José de Alencar, João Cabral de Melo Neto, Rachel de Queiroz, Gregório de Matos, Clarice Lispector, Graciliano Ramos e Manuel Bandeira, dentre muitos outros.

      Na música popular, destacam-se ritmos tais como coco, xaxado, martelo agalopado, samba de roda, baião, xote, forró, Axé e frevo, dentre outros ritmos. Na dança, destacam-se o maracatu, praticado em diversas partes do Nordeste, o frevo (característico de Pernambuco) o bumba-meu-boi, o xaxado, diversas variantes do forró, o tambor-de-crioula (característico do Maranhão). No Carnaval os destaques são as festas de Salvador e Recife-Olinda?. O São João é sem dúvida o festejo mais comum na região (festas juninas).

         O artesanato é também uma parte relevante da produção cultural da caatinga, sendo inclusive o ganha-pão de milhares de pessoas por toda a região.

A culinária é variada, refletindo, quase sempre, as condições econômicas e produtivas das diversas paisagens geoeconômicas dessa região. Frutos do mar e peixes são bastante utilizados na culinária do litoral, enquanto, no sertão, predominam receitas que utilizam a carne e derivados do gado bovino, caprino e ovino.

       O Ceará se sobressai no humor, além de Chico Anísio, nasceram no estado Tom Cavalcante, Renato Aragão e Adamastor Pitaco, entre outros. Além dos cearenses, destacam-se Shaolin e Zé Lezin (PB), Mução e Espanta (RN), entre outros.

          A religião predominante é a católica. Algumas pessoas são veneradas como santas, apesar do não reconhecimento da Igreja Católica, como é o caso de Padre Cícero, Frei Damião, Irmã Dulce, Padre Ibiapina e Maria de Araújo. O candomblé possui diversos adeptos na Bahia e costumam reverenciar Iemanjá. No Maranhão, o Tambor de Mina é herança da religião africana nesse Estado. Ao invés dos orixás - entidades - como acontece na Bahia, tem-se os caboclos ou cabôcos (linguagem popular).

(Parte realizada pelo aluno: Welliton Bruno Pontes).

 

 

 

- Conclusão:

         Este trabalho teve como objetivo descrever tudo sobre o bioma brasileiro Caatinga, este bioma está localizado na região Nordeste, e no extremo norte de Minas Gerais (Sudeste). Muitos acreditam que a Caatinga, por ter um clima semi-árido apresenta uma biodiversidade relativamente pobre, porém já foram identificadas 742 espécies de animais vertebrados (anfíbios, répteis, aves, mamíferos, peixes). Nas aves, quinze espécies são endêmicas e 20 encontram-se ameaçadas de extinção, nos mamíferos, dez espécies são endêmicas (grupos taxonômicos que se desenvolveram numa região restrita) e os peixes (57,3%) são endêmica. Apesar de passar muitos meses do ano sem chuva, o solo da Caatinga é bastante fértil, quando ocorre chuvas, o poder de recuperação das plantas é muito rápido, surgem pequenas plantas e as árvores ficam cobertas de folhas.

          Porém esta região enfrenta graves problemas de desmatamento, relacionado à questão sócio - econômico da grande parcela da população nordestina, residente no semi-árido de dominação da caatinga é, sem dúvida, a causa principal de degradação do ecossistema, pois utilizam muito da flora e fauna para sua sustentação o desmatamento e a caça de subsistência são os principais responsáveis pela extinção da maioria dos animais de médio e grande porte nativos do semi-árido. O hábito de consumir animais da fauna autóctone (nativo) é antigo. Se estes problemas não forem enfrentados, grande parte das espécies da Caatinga serão extintas. Por isso, deve haver uma conscientização do governo e da população, para que ambos trabalhem juntos para preservar o bioma da Caatinga, que é exclusivo do Brasil.

(Parte realizada pelo aluno: Lúcio Lopes de Vargas Junior).

 

 

 

 

 

- Referências:

 

 ACHE TUDO E REGIAO. Caatinga. Disponivel em: <http://www.achetudoeregiao.com.br/animais/caatinga.htm>

Acesso em: 04 de abril de 2012

 

CULTURA MIX. Caatinga: Animais e BIomas. Disponivel em:  <http://www.culturamix.com/cultura/escolar/caatinga>

Acesso em: 05 de abril de 2012

 

Disponível em:

WIKIPEDIA .Endemismo. Diponivel em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Endemismo>

Acesso em: 06 de abril de 2012

 

 SUA PESQUISA. Caatinga: Suas caracteristicas e vegetação. Disponivel em<http://www.suapesquisa.com/geografia/vegetacao/caatinga.htm>

Acesso em: 07 de abril de 2012

 

BRASIL ESCOLA. Caatinga: fauna e Flora. Disponivel em:<http://www.brasilescola.com/brasil/caatinga.htm>

Acesso em: 09 de abril de 2012

 

 IBAMA. Ecossistemas. Diponivel em: <http://www.ibama.gov.br/ecossistemas/caatinga.htm>

Acesso em: 10 de abril de 2012

 

UNESCO. Caatinga. Disponivel em: <http://www.rbma.org.br/mab/unesco_03_rb_caatinga.asp>

Acesso em: 11 de abril de 2012

 

 

AMBIENTE BRASIL. Caatinga: Geografia, relevos, solos. Disponivel em: <http://ambientes.ambientebrasil.com.br/natural/biomas/caatinga_-_geologia,_relevo_e_solos.html>

Acesso em: 12 de abril de 2012

 


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