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BIOMA CAATINGA - IA11

 

VEGETAÇÃO

A flora da caatinga é tão marcante na paisagem que dela derivou o próprio nome do bioma (caatinga, do tupi = mata branca), assim chamada pelos índios pela sua característica marcante, a de perder as folhas no período de estiagem exibindo um emaranhado de troncos tortuosos e esbranquiçados.

A vegetação, na maioria das vezes, apresenta uma forma arbustiva, composta por espécies lenhosas de baixo porte (geralmente até 5 m de altura) entremeadas por cactáceas e bromélias terrestres, porém a caatinga compreende também uma forma de vegetação de porte mais elevado e denso que é a chamada caatinga arbórea, com espécies de mais de 20 metros de altura, raríssimas atualmente devido a exploração histórica desenfreada.

Adaptações das plantas: Para sobreviver ao período seco do ano, as espécies vegetais da caatinga desenvolveram estratégias como xerofilia (tolerância a seca), microfilia (folhas pequenas) ou transformadas em espinhos para evitar a perda de água, suculência e presença de raízes tuberosas para armazenamento de água, o que permite a rebrota da planta mesmo após longos períodos de falta de água ou mesmo intervenções antrópicas.

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Riqueza: As formas de vida vegetal são das mais variadas e com uma rica biodiversidade e endemismo. São encontradas não só espécies arbóreas e arbustivas como também herbáceas, lianas e principalmente cactáceas. Os estratos arbóreos e arbustivos, que dão a feição característica da caatinga, têm como família de maior diversidade a Leguminosae, como exemplo temos: a catingueira (Caesalpinia pyramidales); o sabiá (Mimosa caesalpiniifolia); o angico (Anadenanthera colubrina); as juremas preta e branca (Mimosa tenuiflora e M. artemisiana) entre outras. Espécies arbóreas raras hoje na paisagem e de grande valor são: Ipê roxo (Tabebuia impetiginosa) e cumaru (Amburana cearensis); aroeira (Myracroduon urundeuva), sendo a última pertencente à lista oficial de espécies brasileiras ameaçadas de extinção. Nesse estrato encontramos ainda a palmeira endêmica e símbolo do Ceará, a carnaúba (Copernicia prunifera) que possui grande valor cultural e econômico

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PROBLEMAS E RISCOS

A Caatinga é o mais ameaçado bioma brasileiro. Segundo o ministério do meio-ambiente, em março de 2010, 45,4% da Caatinga já havia sido desmatada. Essa área equivale aos estados do Maranhão e do Rio de Janeiro somados. E a cada ano, a Caatinga perde 3650 km2,o equivalente a um pouco mais que duas cidades de São Paulo. É a mesma média de desmatamento da Amazônia, sendo a Caatinga muito menor. Segundo Garda (1996 apud Castelletti et al. , 2006) : "[...] os solos nordestinos estão sofrendo um processo intenso de desertificação devido à substituição da vegetação natural por culturas, principalmente através de queimadas. [...] somente a presença da vegetação  adaptada da Caatinga tem impedido a transformação do nordeste brasileiro num imenso deserto.".

 Apesar  da situação tão preocupante, menos de 2% da Caatinga encontra-se em unidades de preservação ambiental. (Taberelli et al. , 2000)
 

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Grande parte do desmatamento da Caatinga se deve a demandas energéticas, sendo a vegetação derrubada para fazer lenha e carvão. Boa parte desse carvão abastece as indústrias siderúrgicas de Minas Gerais e Espírito Santo, bem como a indústria de gesso e cerâmica do Nordeste. Segundo o ex-ministro do meio-ambiente Carlos Minc, investir em outras fontes de energia é fundamental: "Não haverá solução para a defesa da Caatinga sem mudar a matriz energética, sem levar, por exemplo, pequenas centrais hidrelétricas, energia eólica, o gás natural para o pólo gesseiro." 

 

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ASPECTOS CULTURAIS  

PORQUE A CAATINGA INFLUENCIA A CULTURA DA REGIÃO? 

Os aspectos da zona seca do nordeste tem presença marcante na música regional e isso se dá graças a origem rural dos compositores e o drama das secas, que dá muita inspiração pelo sofrimento que transmite.  

A caatinga sempre sofreu certo preconceito, pois não é um bioma com muita água, como todos já sabem, e isso trás uma ideia errônea de que sem água essa região não teria nenhum atrativo e seria completamente sem graça. Isso se deve a velha história “Água é vida”, não que seja mentira, mas sim, um bioma sem água tem atrativos e é fantástico. Um bioma como a caatinga traz ânsia de aprender, te dá vontade de pesquisar, saber, viver a caatinga. 

Toda essa história e esse preconceito trouxe muita inspiração a compositores que tinham toda vontade de falar sobre a caatinga e provar todos os seus atrativos, toda sua exuberância e seus charmes. O povo local sempre quis usar a sua simplicidade para promover a caatinga. Uma história como a que tem a caatinga não é para se desperdiçar, é para aproveitar como esse povo alegre e humilde aproveita e assim mostrar a emoção e tradição que esse bioma.    

Alguns trechos de músicas e poemas que retratam a realidade da caatinga:

"Meu Deus, que é de nós, Meu Deus, meu Deus. Assim fala o pobre do seco nordeste." PATATIVA DO ASSARÉ 

"Quando oiei a terra ardendo como a fogueira de São João. Eu perguntei, a Deus do céu, ai. Por que tamanha judiação." Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira 

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CLIMA 

O clima da caatinga é chamado de semiárido. As principais características desse tipo de clima são: baixa umidade e quantidade reduzida de chuvas, ou seja, longos períodos de ausência de chuvas, podendo chegar a oito ou nove meses de seca por ano. 

Este clima irregular influencia o curso dos rios, que secam em determinadas épocas; diminui a disponibilidade de água para plantas, animais e para os homens; aumenta a aridez do ambiente. O clima é então um fator determinante na caatinga: ele acaba definindo a paisagem e os hábitos dos moradores deste bioma.  

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Este clima é devido à influência de massas de ar continentais equatoriais secas e a presença de centros de alta pressão, formados no Atlântico, que durante o inverno invadem os sertões secos. Devido à proximidade do Equador, as temperaturas médias estão constantemente em torno de 26°C, com precipitações médias anuais de apenas 600 mm. A maioria dos rios secam no inverno. 

A rigidez climática da caatinga é conferida principalmente pela irregularidade na distribuição das chuvas no tempo e no espaço.A paisagem mais comum da Caatinga é a que ela apresenta durante a seca. Na estação seca a temperatura do solo pode chegar até 60°C. 

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HIDROGRAFIA  

A hidrografia da caatinga é composta por rios de extensão média e pequena, maioria temporários, ou seja, secam na estiagem (escassez de água).  

O rio mais conhecido é o rio São Francisco, também é conhecido popularmente de “Velho Chico”, que tem cerca de 2700 Km, localizada na região hidrográfica da Bacia do Rio São Francisco (conhecida também como Bacia São-Franciscana). O rio nasce na Serra da Canastra, em Minas Gerais, com rumo sul-norte até a cidade de Barra, na Bahia, depois segue na direção nordeste até Cabrobó, em Pernambuco e vai na direção sudeste até desaguar no Oceano Atlântico, na divisa entre o Sergipe e Alagoas.  

São 10 os principais afluentes:  

  1. Rio Paraopeba
  2. Rio Abaeté
  3. Rio das Velhas
  4. Rio Jequitaí
  5. Rio Paracatu
  6. Rio Urucuia
  7. Rio Verde Grande
  8. Rio Carinhanha
  9. Rio Corrente
  10. Rio Grande

Ele é um rio perene, isto é, o rio não seca na época de estiagem. Por isso recebeu o apelido de Nilo Brasileiro, e como o rio africano, nasce onde tem abundância de chuva, e a Serra da Canastra é uma área onde tem bastante precipitação, tanto que gera cerca de 75% da água do rio.   

Por ser um rio perene, permitiu a fixação das populações ribeirinhas e a criação de cidades, é a ligação entre as regiões nordeste e sudeste e no passado, foi usado como uma via natural para explorar o interior e concentrar fazendas de gado bovino nas suas margens. Também é aproveitado para irrigar os solos férteis que estão nas margens e por possuir declives acentuados em trechos pertos de nascentes ou à foz, recebeu a posição de segunda bacia que produz energia hidrelétrica, através da exploração das usinas de Sobradinho (Bahia), Moxotó (Alagoas), Xingó (Alagoas e Sergipe), entre outros.  

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Como muitos outros rios, também foi muito agredido, com danos irreparáveis. O garimpo, o uso excessivo da água para a irrigação, a poluição causada por defensivos agrícolas, a destruição da mata ciliar na cabeceira e a erosão das suas margens são alguns problemas que provocam forte impacto ambiental. A poluição das águas afeta diretamente os recursos da pesca e a vida da população ribeirinha. A construção de usinas hidrelétricas, como a usina de Sobradinho, também afeta a população, pois nos meses de seca acaba diminuindo o nível do rio, podendo comprometer  o abastecimento de cidades próximas e também foi preciso tirar as pessoas de suas casas, porque ficava no caminho onde o rio faria depois da construção da usina, com isso inundou povoados, cidades e também sítios arqueológicos.  

A transposição do rio São Francisco é um projeto antigo criado pelo governo federal para resolver a falta de água do Nordeste. Essa proposta surgiu pela pressuposição de que as águas do rio possui uma grande oferta hídrica, sendo supostamente disponível.  

Desde o primeiro projeto, no século XIX,  muitos outros foram criados, sendo a atual proposta, consistir em utilizar  dois bombeamentos que deverão retirar 127m³/s do rio. Esses bombeamento foi  dividido em:  1. EIXO NORTE= aparece em  Cabrobó(PE) , de onde serão enviados mais de 99mm³/s de água e 2: EIXO LESTE: aparece no Lago de Itaparica(BA) e recebe 28% do restante.  

Quatro estados que serão abastecidos com a água do rio São Francisco  

  1. Ceará (rio Jaguaribe e bacias metropolitanas de Fortaleza);
  2. Rio Grande do Norte (rios Apodi e Piranhas-Açu);
  3. Paraíba (rios Piranhas e Paraíba);
  4. Pernambuco (rios Brígida e Moxotó). 

 

Para concretizar essa transposição, seria necessário atravessar grandes altitudes (no eixo norte: 164 metros; no eixo leste: 304 metros), por meio de túneis e aquedutos, além de percorrer rios e canais ao céu aberto, com perdas por evaporação e infiltração. 

Mas o bombeamento não seria contínuo, seria realizado apenas para abastecer açudes distantes, beneficiando milhões de  pessoas e irrigando milhares de plantações. 

Além da disponibilidade ou não de água, ocorrem também sérios problemas ambientais, como o assoreamento e a poluição, cuja gravidade é maior em Minas Gerais e Bahia. 

Além do rio São Francisco, existe mais 8 rios que se destacam:  

 

  1. Potenji (Ceará)
  2. Jaguaribe (Ceará)
  3. Capibaribe (Pernambuco)    
  4. Itapicuru (Bahia)
  5. Paraíba (Paraíba)
  6. Piranha-Açu (Paraíba e Rio Grande do Norte)
  7. Paraguaçu (Bahia)
  8. Moxotó (Pernambuco)

 

SOLO

A Caatinga se desenvolve sob terrenos cristalinos e maciços antigos com cobertura sedimentar. Apesar de pouco profundos e às vezes salinos, os solos da catinga contêm boa quantidade dos minerais básicos para as plantas. O maior problema da caatinga é realmente o regime incerto e escasso das chuvas, cuja maioria dos rios secam no verão. Geologicamente, a região é composta de vários tipos diferentes de rochas. Nas áreas de planície as rochas prevalecentes se encontram cobertas por uma camada de solo bastante profunda, com afloramentos rochosos ocasionais, principalmente nas áreas mais altas que bordeiam a Serra do Tombador; tais solos são argilosos, embora a camada superficial possa ser arenosa ou às vezes pedregosa, e também são minerais. Mesmo quando chove, o solo raso e pedregoso não consegue armazenar a água que cai e a temperatura elevada provoca intensa evaporação. Por isso, somente em algumas áreas próximas às serras, onde a abundância de chuvas é maior, a agricultura se torna possível. A região planáltica é composta de arenito metamorfoseado derivado de rochas sedimentares areníticas e quartzíticas; uma concentração alta de óxido férreo dá a estas rochas uma cor de rosa a avermelhada. Afloramentos rochosos são uma característica comum das áreas mais altas. 

                                                                                                                                                    

 

RELEVO

O relevo da Caatinga se constitui basicamente de planaltos e grandes depressões, sendo que existem diversos fragmentos de rochas de diversas formas e tamanhos variados.

Nas regiões mais altas, estes fragmentos também existem. É comum olhar para planaltos nordestinos e ver em seus topos grandes pedras, parecendo que irão rolar a qualquer momento! Mas fique tranquilo, pode passear pela caatinga sem medo, pois estas pedras são normais no relevo deste bioma.

As depressões são terrenos aplainados, normalmente mais baixos que as áreas em seu entorno e que podem apresentar colinas. As maiores depressões da região são a Sanfranciscana, a Cearense e a do Meio Norte.

Situado nos estados da Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas, o planalto da Borborema  é uma formação que se destaca, com altitudes variando em média entre 650 e 1000 metros. Em alguns pontos, esta marca é ultrapassada: o pico de Jabre, na Paraíba, chega a 1.197 metros e o pico do Papagaio, em Pernambuco, a 1.260 metros.

O planalto é uma grande barreira para as nuvens carregadas de umidade que vêm do oceano Atlântico em direção ao interior. Quando essas nuvens encontram este "paredão", elas se condensam, provocando chuvas nas regiões mais baixas do lado oriental do planalto, ou seja, o lado voltado para o oceano. As nuvens não conseguem ultrapassar o planalto da Borborema. Isto dificulta a ocorrência de chuvas do lado ocidental, que é marcado pela seca. Este lado seco é o que faz parte do bioma caatinga.

 

REFERÊNCIAS 

 

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